sexta-feira, 24 de julho de 2009

Novo Perfil do Trader - Consultor Cambial



Perfil

Na atualidade o assunto câmbio e comércio internacional, incluindo-se o ambiente que trata das operações de natureza financeira, não comporta mais a figura conhecida “tradicionalmente” como Corretor de Câmbio, dada a sua singularidade, pois “fechar” câmbio ficou extremamente prático, realidade decorrente da informatização.
O ato de comprar e vender moedas tornou-se, no transcorrer dos anos mais recentes, atividade simplista, tendo em vista a absoluta transparência de preços das divisas disponíveis na maioria dos meios de comunicação. Evidentemente que há formalidades, mas a precificação da moeda é informação de fácil acesso, diferentemente do que ocorria anos atrás, e os “spreads” atuais não permitem diferenças significativas entre fontes.
A importância transferiu-se para a tomada de decisão sobre “como fazer”; “quando fazer”; “qual o melhor momento”, visto que hoje existem várias maneiras de se estruturar as transações e é imperativo que se tenha a percepção das tendências predominantes no mercado.
O evoluir do cenário global de transações cambiais impôs novo perfil profissional das empresas denominadas corretoras, que atuam intermediando os negócios, principalmente de seus representan- tes, exigindo maiores conhecimentos técnicos, mais abrangentes no conhecimento das estruturas operacionais que envolvem as negociações, pré e pós fechamentos, no âmbito interno do país, e externo, país a país, riscos, custos, bem como as regras prevalecentes normativamente e/ou aceitas no âmbito internacional.
Como o mercado integra o mercado global, afora os fatores de natureza interna, é preciso acompanhar com acuidade os movimentos e tendências externas e conhecer os seus fundamentos. Capacidade de análise e percepção das tendências tornaram-se importante diferencial qualitativo entre as instituições Corretoras de Câmbio.
As Corretoras de Câmbio precisam ser peças ativas no contexto das transações, não sendo mais aceitável a postura passiva que recebe ordens para “fechar o câmbio”, primeiro para que conquistem “mais valia”, mas também porque as empresas precisam desta parceria visto que houve uma sofisticação e complexidade nas transações comerciais com o exterior.
Esta nova configuração exige que o agente intermediador das transações cambiais seja efetivo “expert” na matéria, assumindo o papel de assessor, consultor e parceiro de seus clientes.
O desenvolvimento de produtos, a estruturação de operações, a busca de alternativas, a constante busca pelas melhores oportunidades, a capacidade de geração de informações técnicas e opinativas bem fundamentadas, tanto financeiras quanto normativas, são alguns dos novos papéis a serem assumidos. É sabido acompanhar a evolução que vem ocorrendo, fazendo-se atual e profissional sempre, renovando-se continuamente, sendo hoje uma instituição financeira com predominante perfil de Assessoria em Consultoria em transações cambiais.

Nenhum comentário:

Postar um comentário