quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Até onde vai a Cotação do Dólar ?


Acumulando uma queda de mais de 23% neste ano e cotado nos mesmos patamares de meados de 2008, o dólar segue uma trajetória de queda que promete não ser interrompida tão cedo – a menos que se verifique uma reviravolta nas atuais condições da economia mundial. Na semana passada, o dólar chegou a fechar cotado a R$ 1,787, menor nível desde setembro do ano passado. Após uma leve alta na última quinta-feira, a moeda voltou a cair, chegando ao fim do pregão de ontem cotada a R$ 1,793. De acordo com as projeções dos especialistas, o dólar deve permanecer baixo, mas não cair muito mais. Não se vislumbra o retorno da moeda para a casa do R$ 1,50, como ocorreu no ano passado.

A perspectiva dos analistas, compilada nos resultados da pesquisa semanal Focus, do Banco Central, é de que o dólar encerre o ano no patamar atual: cotado a R$ 1,80. A expectativa é a mesma para a cotação da moeda ao final de 2010. Os números coincidem com os resultados da pesquisa feita pelos serviços AE Mercado e AE Taxas, da Agência Estado, relativos à última semana. Os cálculos realizados pelos principais negociadores de câmbio (dealers) listados pelo Banco Central apontam que o câmbio ficará em R$ 1,80 em 2009 e 2010, mas o piso das projeções para o encerramento deste ano caiu, pela primeira vez, para R$ 1,70.

“O fluxo de capitais para o Brasil seguirá firme”, afirma o especialista em mercados emergentes da corretora Icap, Felipe Brandão. “As maiores ofertas de ações do mundo têm saído aqui. Há ingresso de recursos externos via Bolsa, captações internacionais, investimento direto. Parece que teremos um fluxo sólido de capital e uma situação privilegiada”, completa. A cotação atual do dólar, explica Brandão, reflete essa expectativa de continuidade do fluxo de capitais estrangeiros para o País.

O que derrubou o dólar

O economista da corretora Gradual André Perfeito destaca duas razões principais que têm influenciado o comportamento do dólar não apenas no Brasil, mas também frente a outras moedas pelo mundo. “Vemos uma política monetária expansionista nos Estados Unidos, com o governo mantendo os juros muito baixos [perto de zero]. Então não temos somente o real ficando mais forte, mas também o dólar ficando mais fraco”, explica. Por outro lado, Perfeito destaca que há indicativos reforçando, para os investidores estrangeiros, que o Brasil é um bom porto para onde destinar recursos. “E se há interesse, o Brasil como ativo financeiro, representado pela nossa moeda, tende a se valorizar.”

Na visão de Perfeito, não há nenhum impeditivo para que a moeda norte-americana siga caindo ainda mais – tanto é que a projeção da corretora para a cotação do dólar no final deste ano é de R$ 1,80. “Nada indica a reversão do movimento. Não temos uma situação de estresse na economia mundial ou um nível de insegurança que estimulasse um ‘flight to quality’ (com a migração dos recursos para os títulos do Tesouro dos EUA, considerados os investimentos mais seguros do mundo)”, afirma.

Vaivém das cotações

Na opinião do economista e diretor da corretora de câmbio NGO, Sidnei Nehme, o dólar provavelmente não cairá abaixo de R$ 1,80. “Abaixo disso, a moeda perde liquidez no mercado futuro, ao qual o mercado à vista (representado pela cotação do dólar comercial) é muito colado”, afirma. Ele identifica um movimento de vaivém nas cotações: o dólar cai abaixo de R$ 1,80, alcançando R$ 1,79, o número de negociações diminui e consequentemente o preço sobe, bate em R$ 1,82 e volta a cair. “A queda do dólar está acontecendo porque bancos estão substantivamente vendidos (apostando na baixa da moeda), esperando entrar moeda barata no Brasil para então cobrir suas posições.

Para Nehme, o mercado de dólar no Brasil é sustentável com as cotações variando entre R$ 1,80 e R$ 1,90. Já na opinião de Brandão, da Icap, por enquanto a moeda pode variar dentro do intervalo entre R$ 1,80 e R$ 2. Mais adiante a situação pode mudar, diz Brandão. No mercado, já se prevê que os efeitos do estímulo à economia brasileira apareçam em meados do ano que vem, com a volta da inflação. “Se isso acontecer, as importações podem crescer”, explica, tirando dólares do País e fazendo seu preço aumentar. Mas este movimento poderia ser neutralizado em pouco tempo com uma elevação da taxa de juros pelo Banco Central, o que voltaria a atrair dinheiro estrangeiro para o País, reduzindo as cotações da moeda norte-americana.

sábado, 26 de setembro de 2009

Em busca da Proteção do Investimento e não á Alta Rentabilidade



" O interessante mundo do OURO, têm como sua principal característica a Reserva de Valor do seu patrimônio. Pois em épocas de crise, inflação ou turbulências financeiras internacionais, o OURO se contrapesa as demais formas de aplicações de risco, quando as bolsas caem, o OURO sobe, quando o dólar cai, o OURO sobe, vimos também que nesta tempestiva crise de 2008 os mercados financeiros foram abalados, mais o OURO não, e ainda subiu a cotação de U$ 1,008,00 a onça-troy OZ.

"O ouro não paga juros, mas protege o capital"





Em voga no Primeiro Mundo, esquecido no Brasil, o ouro ressurgiu no cenário nacional com a divulgação do ranking dos investimentos em maio. Graças à alta de 13,6% no mês passado, o metal assumiu o posto de ativo financeiro mais rentável do ano, com valorização de 28,5% acumulada desde janeiro. No mesmo período, o Ibovespa subiu apenas 9% e o CDI (referência para a renda fixa), 6,5%. De acordo com a consultoria economática, esta é apenas a terceira vez que isso acontece desde o lançamento do Plano Real, em 1994. Mas o fenômeno vem de fora. Os desequilíbrios fiscais e comerciais dos Estados Unidos têm levado investidores ao redor do mundo a buscar alternativas ao dólar como reserva de valor. E o ouro, ao cumprir este papel, teve seus preços violentamente inflacionados. Em mercados mais desenvolvidos, iniciou-se uma corrida em busca do metal – que atingiu no mês passado sua maior cotação em 28 anos: US$ 730 a onça.

Vantagens de Investir em OURO.

- é um ativo financeiro que perpetúa a mais de 5.000 anos, com seu valor real sempre em ascensão. em 1998 era cotado a R$ 11,00 o grama, hoje está a R$ 58,00 o grama;
- é um poupança sólida, com reserva de valor e aumento de patrimônio;
- o único investimento que fica sob sua custódia fisicamente, e não apenas um contrato assinado como em outras aplicações;
- resiste ao tempo, não é corroido, muito menos perde-se valor, álias tende a se valorizar ainda mais, pois é um produto em escassez devido a demanda, pois hoje além das grandes joalherias, é usado também na odontologia, empresas de tecnologia, aviação e aeroespacial, condutores elétricos e indústria química;
- considerando-se um aumento de 100 milhões de pessoas/ano, que usufruem direta ou indiretamente de produtos correlacionados ao ouro, é fácil entender a futura demanda pelo metal que será pouco pra atender ao mundo, logo a sua valorização é fato;
- gestores de fundos, milionários e investidores corporativos entre eles bancos, são os principais compradores do puro metal;
- lembrando que OURO 24k, é o correto para investimentos, com grau de pureza .999;
- a oferta do metal não é flexível, o preço está em alta e continuará subindo;



Ouro é Ouro e ponto.

É a vez do Risco.

Durante muito tempo, o investidor brasileiro se acostumou com os fundos de renda fixa que tinham baixo risco, alto retorno e liquidez diária. O mundo está mais arriscado e vai ficar assim daqui em diante, lembra a revista Money. Este parece um recado direcionado ao Brasil, que experimenta uma novidade na sua história econômica. A taxa Selic, que remunera os títulos públicos do governo, está na casa de um dígito - atualmente em 8,75% ao ano. O investidor que quer uma rentabilidade maior precisa abrir mão da liquidez e colocar um pé no risco.
Lembram-se da época de inflação? - Pois é, viver de juros de aplicações de renda fixa, acabou, passou, já era. Daqui em diante, se quiser algo mais terá que correr mais riscos. Ouse mais.
consulte www.innovativetrading.com.br

Diversificação no Investimento.

O otimismo exagerado é inimigo do bom investidor. Ele perde a cautela, engole o medo e apaga qualquer risco que aparece pela frente. Age mais pela emoção do que pela razão. "Quando tudo vai bem, as pessoas tendem a concentrar seus investimentos. A diversificação é sempre importante, no cenário bom e no ruim". Porém, não basta apenas dividir seus recursos em diferentes cestas. A verdadeira diversificação é mais difícil de se atingir do que realmente parece. Para buscar o equilíbrio, analise sua carteira e veja se existem ativos que estão correlacionados. Por exemplo, comprar ações e ter uma parte do dinheiro em um fundo de ação é um mau sinal. É bem provável que, se a bolsa cair, você fique com uma tremenda dor de cabeça. "Uma carteira equilibrada é a chave para retornos positivos" .
Sugiro 20% em Ouro, 35% em Forex ( dólar / euro ) e 45% em Fundos de Ações