segunda-feira, 10 de junho de 2013
Ascensão do Dólar..............
Mercado de Câmbio em ascensão, refletindo perfeitamente a fase de alta de inflação até agora escondida pelo governo Dilma. Mantega esta derrapando mais que pneu careca em morro de favela.
Esta é a nova realidade do valor da moeda americana, especialista arriscam no R$ 2,50, até outubro.
Mercado operando hoje: R$ 2,18 - R$ 2,26
IBovespa: - 0,2%
Obs: o ranking de melhor do mê s de maio foi o dólar com 7,3%.
Tendências, os bancos e receita federal a cada vez mais tentam saber e rastrear seu movimento bancário para poderem de uma forma ou de outra alimentar a industria de tributação e arrecadação.
Vemos a volta de guardar dinheiro debaixo do colchão, e negociar em dólar, fugindo do FISCO.
Tendência forte em época de inflação.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Novidades de Investimento

Faz 6 meses encontrei uma maneira bem rentável de investimento, esta maneira tem nome, e se chama Investimento em Obras de Arte. ( http://www.tateishi.com.br/galeria/ ).
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Até onde vai a Cotação do Dólar ?

Acumulando uma queda de mais de 23% neste ano e cotado nos mesmos patamares de meados de 2008, o dólar segue uma trajetória de queda que promete não ser interrompida tão cedo – a menos que se verifique uma reviravolta nas atuais condições da economia mundial. Na semana passada, o dólar chegou a fechar cotado a R$ 1,787, menor nível desde setembro do ano passado. Após uma leve alta na última quinta-feira, a moeda voltou a cair, chegando ao fim do pregão de ontem cotada a R$ 1,793. De acordo com as projeções dos especialistas, o dólar deve permanecer baixo, mas não cair muito mais. Não se vislumbra o retorno da moeda para a casa do R$ 1,50, como ocorreu no ano passado.
A perspectiva dos analistas, compilada nos resultados da pesquisa semanal Focus, do Banco Central, é de que o dólar encerre o ano no patamar atual: cotado a R$ 1,80. A expectativa é a mesma para a cotação da moeda ao final de 2010. Os números coincidem com os resultados da pesquisa feita pelos serviços AE Mercado e AE Taxas, da Agência Estado, relativos à última semana. Os cálculos realizados pelos principais negociadores de câmbio (dealers) listados pelo Banco Central apontam que o câmbio ficará em R$ 1,80 em 2009 e 2010, mas o piso das projeções para o encerramento deste ano caiu, pela primeira vez, para R$ 1,70.
“O fluxo de capitais para o Brasil seguirá firme”, afirma o especialista em mercados emergentes da corretora Icap, Felipe Brandão. “As maiores ofertas de ações do mundo têm saído aqui. Há ingresso de recursos externos via Bolsa, captações internacionais, investimento direto. Parece que teremos um fluxo sólido de capital e uma situação privilegiada”, completa. A cotação atual do dólar, explica Brandão, reflete essa expectativa de continuidade do fluxo de capitais estrangeiros para o País.
O que derrubou o dólar
O economista da corretora Gradual André Perfeito destaca duas razões principais que têm influenciado o comportamento do dólar não apenas no Brasil, mas também frente a outras moedas pelo mundo. “Vemos uma política monetária expansionista nos Estados Unidos, com o governo mantendo os juros muito baixos [perto de zero]. Então não temos somente o real ficando mais forte, mas também o dólar ficando mais fraco”, explica. Por outro lado, Perfeito destaca que há indicativos reforçando, para os investidores estrangeiros, que o Brasil é um bom porto para onde destinar recursos. “E se há interesse, o Brasil como ativo financeiro, representado pela nossa moeda, tende a se valorizar.”
Na visão de Perfeito, não há nenhum impeditivo para que a moeda norte-americana siga caindo ainda mais – tanto é que a projeção da corretora para a cotação do dólar no final deste ano é de R$ 1,80. “Nada indica a reversão do movimento. Não temos uma situação de estresse na economia mundial ou um nível de insegurança que estimulasse um ‘flight to quality’ (com a migração dos recursos para os títulos do Tesouro dos EUA, considerados os investimentos mais seguros do mundo)”, afirma.
Vaivém das cotações
Na opinião do economista e diretor da corretora de câmbio NGO, Sidnei Nehme, o dólar provavelmente não cairá abaixo de R$ 1,80. “Abaixo disso, a moeda perde liquidez no mercado futuro, ao qual o mercado à vista (representado pela cotação do dólar comercial) é muito colado”, afirma. Ele identifica um movimento de vaivém nas cotações: o dólar cai abaixo de R$ 1,80, alcançando R$ 1,79, o número de negociações diminui e consequentemente o preço sobe, bate em R$ 1,82 e volta a cair. “A queda do dólar está acontecendo porque bancos estão substantivamente vendidos (apostando na baixa da moeda), esperando entrar moeda barata no Brasil para então cobrir suas posições.
Para Nehme, o mercado de dólar no Brasil é sustentável com as cotações variando entre R$ 1,80 e R$ 1,90. Já na opinião de Brandão, da Icap, por enquanto a moeda pode variar dentro do intervalo entre R$ 1,80 e R$ 2. Mais adiante a situação pode mudar, diz Brandão. No mercado, já se prevê que os efeitos do estímulo à economia brasileira apareçam em meados do ano que vem, com a volta da inflação. “Se isso acontecer, as importações podem crescer”, explica, tirando dólares do País e fazendo seu preço aumentar. Mas este movimento poderia ser neutralizado em pouco tempo com uma elevação da taxa de juros pelo Banco Central, o que voltaria a atrair dinheiro estrangeiro para o País, reduzindo as cotações da moeda norte-americana.
sábado, 26 de setembro de 2009
Em busca da Proteção do Investimento e não á Alta Rentabilidade
" O interessante mundo do OURO, têm como sua principal característica a Reserva de Valor do seu patrimônio. Pois em épocas de crise, inflação ou turbulências financeiras internacionais, o OURO se contrapesa as demais formas de aplicações de risco, quando as bolsas caem, o OURO sobe, quando o dólar cai, o OURO sobe, vimos também que nesta tempestiva crise de 2008 os mercados financeiros foram abalados, mais o OURO não, e ainda subiu a cotação de U$ 1,008,00 a onça-troy OZ.

É a vez do Risco.
Diversificação no Investimento.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Novo Perfil do Trader - Consultor Cambial

Perfil
Na atualidade o assunto câmbio e comércio internacional, incluindo-se o ambiente que trata das operações de natureza financeira, não comporta mais a figura conhecida “tradicionalmente” como Corretor de Câmbio, dada a sua singularidade, pois “fechar” câmbio ficou extremamente prático, realidade decorrente da informatização.
O ato de comprar e vender moedas tornou-se, no transcorrer dos anos mais recentes, atividade simplista, tendo em vista a absoluta transparência de preços das divisas disponíveis na maioria dos meios de comunicação. Evidentemente que há formalidades, mas a precificação da moeda é informação de fácil acesso, diferentemente do que ocorria anos atrás, e os “spreads” atuais não permitem diferenças significativas entre fontes.
A importância transferiu-se para a tomada de decisão sobre “como fazer”; “quando fazer”; “qual o melhor momento”, visto que hoje existem várias maneiras de se estruturar as transações e é imperativo que se tenha a percepção das tendências predominantes no mercado.
O evoluir do cenário global de transações cambiais impôs novo perfil profissional das empresas denominadas corretoras, que atuam intermediando os negócios, principalmente de seus representan- tes, exigindo maiores conhecimentos técnicos, mais abrangentes no conhecimento das estruturas operacionais que envolvem as negociações, pré e pós fechamentos, no âmbito interno do país, e externo, país a país, riscos, custos, bem como as regras prevalecentes normativamente e/ou aceitas no âmbito internacional.
Como o mercado integra o mercado global, afora os fatores de natureza interna, é preciso acompanhar com acuidade os movimentos e tendências externas e conhecer os seus fundamentos. Capacidade de análise e percepção das tendências tornaram-se importante diferencial qualitativo entre as instituições Corretoras de Câmbio.
As Corretoras de Câmbio precisam ser peças ativas no contexto das transações, não sendo mais aceitável a postura passiva que recebe ordens para “fechar o câmbio”, primeiro para que conquistem “mais valia”, mas também porque as empresas precisam desta parceria visto que houve uma sofisticação e complexidade nas transações comerciais com o exterior.
Esta nova configuração exige que o agente intermediador das transações cambiais seja efetivo “expert” na matéria, assumindo o papel de assessor, consultor e parceiro de seus clientes.
O desenvolvimento de produtos, a estruturação de operações, a busca de alternativas, a constante busca pelas melhores oportunidades, a capacidade de geração de informações técnicas e opinativas bem fundamentadas, tanto financeiras quanto normativas, são alguns dos novos papéis a serem assumidos. É sabido acompanhar a evolução que vem ocorrendo, fazendo-se atual e profissional sempre, renovando-se continuamente, sendo hoje uma instituição financeira com predominante perfil de Assessoria em Consultoria em transações cambiais.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Entendendo O Dólar ( sobe e desce )

Tendência do Mercado de Trabalho

Profissões do Futuro
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/1976/artigo60753-1.htm
quarta-feira, 17 de junho de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
Perfil: Tendência de Trabalho






